segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Recomeçar

Recomeçar by Paulo Roberto Gaefke

Não importa onde você parou,
em que momento da vida você cansou,
o que importa é que sempre é possível
e necessário "Recomeçar". 
Recomeçar é dar uma nova 
chance a si mesmo.
É renovar as esperanças na vida
e o mais importante:
acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado.

Chorou muito?
Foi limpeza da alma.

Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia.

Sentiu-se só por diversas vezes?
É por que fechaste a porta até para os outros.

Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora.

Pois é!
Agora é hora de iniciar,
de pensar na luz,
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Que tal um novo emprego?
Uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso,
ou aquele velho desejo de apender a pintar,
desenhar,
dominar o computador,
ou qualquer outra coisa?

Olha quanto desafio.
Quanta coisa nova nesse mundão
de meu Deus te esperando.

Tá se sentindo sozinho?
Besteira!
Tem tanta gente que você afastou
com o seu "período de isolamento",
tem tanta gente esperando apenas um
sorriso teu para "chegar" perto de você.

Quando nos trancamos na tristeza nem
nós mesmos nos suportamos.
Ficamos horríveis.
O mau humor vai comendo nosso fígado,
até a boca ficar amarga.

Recomeçar!
Hoje é um bom dia para começar
novos desafios.

Onde você quer chegar?
Ir alto.
Sonhe alto,
queira o melhor do melhor,
queira coisas boas para a vida.
pensamentos assim trazem para nós
aquilo que desejamos.

Se pensarmos pequeno,
coisas pequenas teremos.

Já se desejarmos fortemente o melhor
e principalmente lutarmos pelo melhor,
o melhor vai se instalar na nossa vida.

E é hoje o dia da Faxina Mental.

Joga fora tudo que te prende ao passado,
ao mundinho de coisas tristes,
fotos,
peças de roupa,
papel de bala,
ingressos de cinema,
bilhetes de viagens,
e toda aquela tranqueira que guardamos
quando nos julgamos apaixonados.
Jogue tudo fora.
Mas, principalmente,
esvazie seu coração.
Fique pronto para a vida,
para um novo amor.

Lembre-se somos apaixonáveis,
somos sempre capazes de amar
muitas e muitas vezes.
Afinal de contas,
nós somos o "Amor".

domingo, 23 de dezembro de 2012

Jacu Bird Coffee Experience

Mais um post tardio, mas é como dizem, antes tarde do que nunca.. rsrs..

Este post é para pessoas de estômago forte!!

A data correta? 19 de Outubro de 2012, saí do trabalho mais cedo, bem mais cedo, mas com uma boa justificativa (assim eu acredito), estava com viagem marcada para Vitória! Isso mesmo amigos, fui para Vitória rever meus amigos.

Cheguei pouco antes do programado, e Ana e Alexandre, ficaram presos no trânsito, sendo assim, tive que ficar esperando alguns minutos no aeroporto.

Após algum tempo, nos encontramos e seguimos, rumo a comer algo. Fomos ao Rock Buger, um lugar charmoso e com ótimos sanduíches.

Logo depois seguimos para a casa deles.

No dia seguinte, seguimos para uma padaria (bem a cara da Ana Beatriz.. rsrs), para tomarmos um café, mas eu estava sob aviso, de que aquele café era apenas para não sairmos em jejum, pois o verdadeiro café seria depois.

Ana e Alexandre ficaram discutindo se me contavam ou não sobre o tal café do Jacu - e até aquele momento, eu, a pessoa mais lerda que vcs amados leitores conhecem, imaginava que Jacu era um tiozinho (um velhinho) dono de um lugar bacana onde serviam um excelente café. LERDAAAAAA!!!!

Os dois chegaram a um acordo que só me contariam no caminho, de onde eu não poderia fugir. E eu me perguntava o que poderia ser tão ruim que iria me fazer querer fugir.

Algum tempo na estrada rumo a Domingos Martins, eles resolveram me contar que estávamos indo para a fazenda Camocim, onde produziam o tal café do Jacu.

Ana me mandou o link da fazenda e começou a explicar como era produzido o tal café.

Ok, Jacu não era o tiozinho que pensava, e sim um pássaro feio pra danar, que come café e evacua. 


Sim meus amados, o café é produzido das fezes do animal.



Fiquei uns 5 segundos pensando se eu realmente ia beber um café feito das fezes de um bicho. Foram longos 5 segundos, mas depois pensei, to aqui, eles tiveram o trabalho de planejar o passeio exótico, então vambora!!!

Depois de fuçarmos o google maps, e tentar achar a entrada da fazenda, paramos em um posto, onde é claro, tinha uma lojinha e lá eles informaram que a fazenda não funciona aos finais de semana, porém, lá eles serviam.  E lá fomos nós provamos o tal café.

Pra minha total surpresa, Ana e Alexandre não haviam experimentado. ÓTIMO!!! Estávamos na mesma chuva... kkkkkkkkk.

A mocinha serviu os cafés e nós ficamos nos olhando por um tempo, e partimos para o sofrimento.


Ó deus, eu bebi isso!!!! (eu avisei que tinha que ter estômago forte.. hahahahaha)

Este foi o café mais caro de toda a minha humilde existência.

O café é bom, muito apurado e de sabor forte. Eu e Ana encaramos sem açúcar, mas o Alexandre não conseguiu e adoçou o café. 

Para quem deseja comprar o Jacu Bird Coffee, ou simplesmente beber uma singela xícarizinha como nós fizemos, tem que estar disposto a gastar. Um cafezinho do jacu custa R$ 9,00, e o pacote com 250 gramas do pó sai por R$90,00.


Depois da experiência do Café do Jacu, fomos conhecer outra fazenda de café, esta de café tradicional: Fazenda Carnielli.


Almoçamos em outra fazenda, e eles ficaram me zoando que eu, uma menina da cidade, fã de LP fui parar no meio do mato.. rsrsrs... Até parece, ficar num lugar tranquilo é sempre uma ótima opção.

Próximo café que iremos experimentar: café da cuíca.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Real x Virtual

Só pra deixar claro, não sou contra internet, nem contra as redes sociais.

Depois de um papo filosófico sobre como as pessoas andam se comportando ultimamente, decidi que seria um bom tema para o blog - espero sobreviver após a publicação.

Sou uma pessoa conectada, mas gosto muito de estar com as pessoas. Falem sério, não é bom poder abraçar seu amigo, escutar a voz dele, ainda que pelo telefone?

Juro que tento, mas não consigo entender estas pessoas que ficam ao lado de seus amigos, mas com os dedos frenéticos no celular, tablets e afins.

Vamos ilustrar com uma cena cada dia mais comum (infelizmente!): um clássico almoço entre amigos.

Todos saem juntos, sentam-se à mesa, fazem seus pedidos e... Eis que um desalmado, pega o telefone. Alguns ainda dão uma desculpinha básica: "vou só dar uma olhadora rápida nos emails!"

Até parece!!!!!!!!!!

Do email, passa pro Twitter, que passa pro. Facebook, tumblr, notícias, facebook de novo (alguém mandou uma mensagem) e assim o tempo vai passando e quando se vê, todos já terminaram de pagar a conta e estão indo embora.

Mas e o papo?!?!
Possivelmente foi via SMS, email, iMessage ou whats up. Afinal, são tantas as possibilidades.

Vou lhes confessar, são duas as coisas que mais me irritam na hora do almoço - principalmente. A primeira é a pessoa não se tocar e tirar os óculos escuros e a segunda é a maldição dos dedos nervosos.

Chegamos ao cúmulo de criarem restaurantes onde os clientes são convidados a empilharem seus celulares (http://www.pavablog.com/2012/01/15/empilhem-seus-celulares-no-restaurante/).

Acho tudo isso muito triste, acho que boa parte da culpa deve ser por ter nascido em uma das melhores décadas do século XX: a década de 80.

Sou do tempo que as crianças brincavam de pique, queimada, e por aí vai. Videogame computador eram artigo de luxo.

Sim, dá pra sobreviver sem o Google, sem celular e sem o facebook. Podem acreditar!!!!
Os melhores dias deste ano pra mim compreende os dias que estive com meus amigos em Vitória - e ainda me sacanearam por terem me levado pro mato... Rsrsrs -,os dias que saio com outros amigos ou que falo por telefone com os que estão mais distante.

Não tenho o direito de dizer como cada um deve ou não agir, mas se pudesse dar somente um dica, esta seria: "Viva no mundo real, e deixe de lado o virtual!".

Espero Ninguém queira me bater pelas minhas opiniões! :)

PS: aos que estão próximos, favor nao deixar comentário. Me liguem ou venham tomar um café aqui em casa. #ficaadica

domingo, 9 de dezembro de 2012

Indecisão, medo, arrependimento

Porque sempre escolho o caminho doloroso?

"Sutil e direta", ela disse pra mim.
Acho que fui direta até demais, mas vamos contextualizar primeiro...

Desde a adolescência tenho uma forte tendência por escolher o caminho errado.
Foram inúmeras as decepções amorosas, na verdade, acho que não tive nenhuma bem-sucedida. É de fato não tive!
O problema é normalmente faço as coisas por mim mesma, o que ao mesmo me poupa dos traumas, pois foi alguma decisão que tomei após pensar demais.. rsrsrs.. Só que não é bem isso que vem rolando nas últimas semanas.
Sinto que estou perdendo minha identidade, quando faço o que me dizem, pois logo depois me arrependo e isso me deixa muito mal.
Quando adolescente, tinha o hábito de escrever para o rapaz que eu estivesse interessada. Apesar de nunca conseguir falar pessoalmente, conseguia expressar o que sinto e ficava aliviada por isso.
Hoje não rola fazer isto. Teria muita graça uma figura de quase 30 anos na cara escrever cartinha. NEVER!!!
Fora que se tiver que “por na balança” dizer o que sinto ou manter a amizade, escolheria o segundo, sem pensar duas vezes.
Mas e quando você acha que a pessoa é apensa seu amigo, vinte mil falam que você está deixando uma oportunidade passar, você vai lá e tenta retomar a situação, mas se arrepende depois?
É isso ae meus amigos, não tem mais volta!!!
Nem todos os e-mails dão para solicitar o cancelamento, sms uma vez enviado, JÁ ERA!! Mensagens no facebook e what’s up também!

“Você deve mandar uma mensagem e convidá-lo”
E então, eu escrevi a mensagem e mandei.

"Sutil e direta", ela disse pra mim.
Acho que fui direta até demais, visto que fiquei sem reposta.

Agora fico eu aqui pensando vinte mil coisas, já que não tive resposta nenhuma, logo possibilidades são o que não faltam.

sábado, 10 de novembro de 2012

Confesso

“Confesso que ando muito cansado, sabe? Mas um cansaço diferente… Um cansaço de não querer mais reclamar, de não querer pedir, de não fazer nada, de deixar as coisas acontecerem.

Confesso que às vezes me dão umas crises de choro que parecem não parar, um medo e ao mesmo tempo uma certeza de tudo que quero ser, que quero fazer. 

Confesso que você estava em todos esses meus planos, mas eu sinto que as coisas vão escorrendo entre meus dedos, se derramando, não me pertencendo. 

Estou realmente cansado. Cansado e cansado de ser mar agitado, de ser tempestade… Quero ser mar calmo. Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: “Calma, eu estou com você e vou te proteger! Nós vamos ser fortes juntos, juntos, juntos.” 

Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo. Confesso, confesso, confesso. 

Confesso que agora só espero você.”

CFA

sábado, 3 de novembro de 2012

Uma reflexão sobre amizade.

Em determinados momentos de nossas vidas, nos sentimos mais fracos e precisando de ajuda, e é neste momento que conhecemos nossos amigos.

Posso por aqui várias frases que gosto sobre amizade, mas citarei apenas meus dois poetas favoritos, para realizar minha reflexão.
"Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz." Carlos Drummond de Andrade
Sim, ser colega é muito fácil, você tá ali com a outra pessoa dizendo só coisas boas, o que todos gostam de ouvir. 

Complicado é quando se começa a dizer a verdade, quando esta geralmente dói. Estar ao lado quando as coisas começam a ficarem complicadas, e é neste momento, que conhecemos nossos amigos.

Quando tudo vai bem, todos estão bem com você, mas quando tudo vai de mal a pior, as pessoas começam a sumir, não responder suas mensagens, seus telefonemas...

Costumo dizer que sou uma pessoa de poucos amigos, mas os poucos que tenho são 1.000% verdadeiros. Amo a cada um deles.
"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!" Vinícius de Moraes
Sem meus amigos não sou nada. Preciso de cada um deles, mesmo quando estão distantes, pois sei que estão lá.

Posso dizer que uns são verdadeiros mensageiros de Deus (diria anjo, mas sei que ela não acredita). :)

É bom ter alguém que nos escute e que também diga tudo o que é preciso, mesmo quando não é o que desejo escutar, mas a sinceridade das palavras, ameniza a verdade dolorosa dos fatos.

É bom, saber que temos um centro de apoio e que também somos este apoio para outra pessoa; às vezes para a mesma pessoa que nos ajuda, às vezes para outras pessoas.

Four Days in NYC - Day 2


Acordei cedo na sexta-feira, peguei minhas coisas com cuidado, para não fazer barulho e foi para o banho. Era uma manhã fria. Ainda eram 07:00.

Voltei para o quarto e algumas meninas ainda estavam dormindo, exceto as duas inglesas ( mãe e filha), que já tinha saído e Silvia tinha acabado de acordar.

Silvia disse que ela tinha arranjado alguns passeios com seus amigos e que estaria em três horas no MoMA, onde eu gostaria de encontrá-los lá.

Hora de ir! Desci e fui para o refeitório para comprar o café da manhã: café e um bolinho, para ser mais preciso! O muffin era muito grande, eu salvei metade para depois!

Eu usei o wi-fi e liguei para minha mãe, disse-lhe o que tinha visto e que esse dia significou fazer: comprar minha câmera! Yeaaaahhhh!

Saí do albergue em torno de oito horas, seguiu para a Estação 34, ir para a B&H, tinha a ficar cerca de 30 minutos até que abrir a loja. Eles tinham cerca de 15 pessoas esperando a abertura da loja. Enquanto esperava, vi o passado vários judeus, alguns com algumas almofadas (desculpe a ignorância, mas não sei o nome) e outros sem, mas todos com seus chapéus e casaco preto.

Depois de aberto, fui para o setor e, em seguida, as câmeras da Canon balcão, onde fui gentilmente encontrou a garota me mostrou exatamente a câmera que eu queria. Ele explicou que é uma ótima câmera para iniciantes e quando eu tinha mais conhecimento poderia ser trocado por modelos mais avançados (em cerca de cinco anos, quem sabe). LOL

Saí de lá animado para montar minha câmera mega, encontrar um local e encontrou a Starbucks. Excelente! Eu fui e montei o meu novo brinquedo. So cute! Kakakakakakakakaka

Eu joguei o resto de volta no saco, e partiu para o metrô, desta vez com destino a balsa do Sul, lá na ponta de Manhattan!

Eu andei tanto aquele dia, que estou ficando cansada só de lembrar! rsrsrs

Vamos lá! Força na peruca!
Levei cerca de 15 a 20 minutos no metrô.  saída da estação fica em frente à Estação de Staten Island, onde você pode pegar um ferry para Staten Island para ir e ver o céu tão famoso em Manhattan, Nova Jersey, Brooklyn ea Estátua da Liberdade (de longe). Toda a viagem leva cerca de meia hora (ida) e a vista compensa, ainda mais que é grátis! Pobre e triste! hahahahahaha



Minhas pequenas fotos da estátua são apenas os que eu tomei durante a travessia, não estava a fim de gastar meus dólares para ver uma estátua verde feia que dói de perto! Eu prefiro pagar o teleférico do Cristo Redentor! Desculpe! kkkk






De volta a Manhattan, peguei o guia, e seguir em direção a Wall Street - famosa como centro financeiro da cidade. OK, nada demais, edifícios, polícia  e protestos. É isso mesmo, o dia que eu estava lá, tinha um povo que protestavam contra o aborto, pedindo que não Obama para liberar.




Fui até a rua para a Igreja da Trindade, simplesmente magnífico. Pena que estava em obras e a foto da fachada ficou feia! E no interior, era proibido fotografar.



Voltei para a rua e siga até o cais. Gente, onde está o touro de bronze abençoado, que ainda não descobriu?!?!?!?!?!?

Eu caminhava, sim, eu atravessava toooodo o distrito financeiro, como os americanos chamam, em seguida, dirigiu-se para o Memorial 9/11, que também teve de pagar e decidiu não entrar. Um pouco mais fotos agora de torres futuras.

O lugar é uma bagunça! Um canteiro de obras real. Polícia de tudo o que estava cantando, bem como turistas.

Eu comecei a revirar o mapa, tentando encontrar a tal loja Century 21 - é uma loja de saída sem deixar a ilha. Após cerca de 5 minutos eu consegui encontrar. É claro que a vítima aqui estava perto, mas é uma perdido por natureza, já viu, né?

Gente, eu estava andando pelo menos cinco horas sem parar para o almoço, o café-da-manhã foi apenas aquela coisa sem vergonha que tomei no albergue, e uma garrafa de água que tinha comprado antes de iniciar a caminhada. E ainda tinha a câmera, que eu não comprei a bolsa para carregá-la.

Eu comecei a andar os andares da loja que tem preços muito bons, especialmente para nós, meros mortais que pagam impostos elevadíssimos no Brasil.

Queria comprar umas calças para mim, mas eu não sabia quais eram as medidas (fiquei tão perdida quanto em Londres). Para aqueles que não sabem, as medidas os EUA e na Europa, são através da altura e largura das pernas. Portanto, as calças são 17x33 para mim :D

Mulheril ligado à marca, tinha bolsas da Guess, CK, D & G por R$ 68. Um arrependimento: não ter comprado um relógio para mim.

Eu fui para o setor masculino e então teve que enviar uns sms para o papai! Camisa Pólo USA por US$14,95. Uma pechincha, eu comprei três - ele, que pediu!

Saí da loja e foi para a 5th Avenue (20 minutos de caminhada): a hora de comprar o meu outro brinquedo. Hauhauahauahuau

Antes de entrar para a Apple, eu fui a FAO Schwarz, uma loja de brinquedos toda fofa. Lá tem piano gigante, onde foi filmado o filme "Eu Quero Ser Grande". Eu queria tocar, mas era apenas para crianças. # Fail.

Fui  toda mimada na Apple, já que era meu produto primeira maçã. (grande coisa).
Eu comecei a andar de volta para a 5 ª Avenida em direção ao MoMa, na esperança de encontrar as meninas lá. Só quando cheguei ao museu, eu percebi que eu não poderia encontrá-los porque não havia como certo e teve nenhum contato de Silvia.

Eu dei um passeio através da loja do museu  e voltei a andar, desta vez para o Top of the Rock. Pensei em ir para cima e tirar algumas fotos em dois momentos: dia e noite!

Desci para o porão do prédio, que diz de passagem, é lindo! Também vale a pena visitar.
Quando eu vi a fila para o bilhete ($ 25), o meu cansaço me fez desistir!

Siga para sair para a Avenida 6, e deixou ao lado de Radio City Music Hall. Sentei-me por alguns minutos e depois voltou a andar agora em direção ao metrô para o albergue.

Chegando lá, sentei-me na cama por alguns minutos, comecei a jogar um pouco com o iPad, e fui um banho.

Voltei para a sala e algumas meninas já tinham estado lá, lendo ou brincando com o telefone ... Eu não sei! Foi relatado que quando meu estômago não comer ou beber nada desde 14h. Eu estava com fome! Era +/- por volta de 19:00, onde eu poderia comer alguma coisa?

Peguei minhas coisas e à esquerda em direção de Piccadilly Circus, Times Square, oops!

Comi  no McDonalds mesmo (depois de comprar um tênis para minhas caminhadas) e ainda voltei para o albergue.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Parabéns pelo SEU dia!!

Recebi um e-mail de uma amiga, e decidi compartilhar.



Para todos aqueles que são lindos de paz,
Lindos de coração
Lindos de espírito
Lindos de sabedoria
Lindos de inteligência
Lindos de alegria
Lindos que contagiam
Lindos de simpatia
Lindos por agradecer a Deus todos os dias pela sua vida!
Lindos por reconhecerem que erraram e que serão lindos por perdoarem
E LINDOS PORQUE A VIDA É LINDA,
LINDO É  DEUS QUE NOS DEU TUDO E NUNCA NOS COBROU NADA.
Beijos meus lindos e lindas!!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Alegria na Tristeza - Martha Medeiros

O título desse texto na verdade não é meu, e sim de um poema do uruguaio Mario Benedetti. No original, chama-se "Alegría de la tristeza" e está no livro "La vida ese paréntesis" que, até onde sei, permanece inédito no Brasil.


O poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir. Além disso, as pessoas estão sem dinheiro. Quem tem emprego, segura. Quem não tem, procura. Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado. E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música. Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.

Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia. Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada.

A DOR QUE DÓI MAIS - Martha Medeiros

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.

Trip Advisor

  1. Fortaleza, Brazil