Preguiça de escrever a derrota.... mais vamos lá!!
Antes mesmo de começar, quero demasiadamente, agradecer ao Erick, sem a ajuda dele não teria sido possível voltar rápido e com pouco estresse.
Seguimos para o guichê da Lan, já de início fomos barradas por não ter feito o check-in. O indivíduo apontou para os Totens, onde eu deveria realizar o bendito check-in. Fui até lá e nada, não conseguia achar meu voo. A menina da Lan chegou, viu a mensagem da tela e me mandou de volta, falando que eu deveria pedir para ir aos guichês 57 e 58.
Voltei lá, e falei com o carinha, que queria saber qual era meu voo, a única coisa que tinha era o bilhete enviado ao meu email. E foi olhando o email que me deu conta do tamanho do erro que havia cometido: o voo era às 8h15, com previsão de chegada ao Rio às 14h50. Porque raios eu cismei que o maldito voo era às 14h40?????????
Okay!! Não se desespere!!
Isso vale pra qualquer um, mas estamos falando da minha pessoa... Enrolei o cara e fomos para a fila dos guichês.
Nesse momento, fiz a primeira ligação para a Tam, e a menina do atendimento me informou que haviam duas vagas no voo de 13h15 de domingo, pois o último voo de sábado já tinha partido. Falei que voltava a ligar depois, que primeiro ia tentar ver com a Lan se tinha alguma chance de voltar ainda no sábado.
As duas atendentes levaram meia hora para entender o que tinha dito, isso depois de vasculharem o computador e perceberem que eu havia perdido o voo... lerdas!!!
Uma delas falou que deveria ir ao guichê 84, e lá fomos nós... A fila estava enorme :(
Chegou nossa vez, a criatura ficou lá olhando o computador (acho que estava jogando paciência), depois de algum tempo, nos olhou e falou que não tinha mais vagas. Perguntei se havia vagas para qualquer voo em São Paulo e ela me disse que para fazer isso eu teria que pagar uma taxa; para tando deveria me dirigir ao balcão da Lan para efeutar a troca. Questionei sobre próximos voos para o Rio e ela disse que qualquer que fosse minha decisão, eu teria de resolver com o pessoal do balcão.
Super animada (pra bater em alguém), fui até o maldito balcão, onde esperei pacientemente pelo atendimento - mentira, eu já estava num estágio de reclamações, que até o americano atrás de mim entendia que eu tava puta.
Finalmente no guichê, expliquei tooooooooooooooooda a situação novamente - e as pessoas reclamam das atendentes eletrônicas -, por fim a figura falou que não tinha como resolver, porque o bilhete foi comprado com a Tam, logo, eles deveriam efetuar a troca. Lá fomos nós para o balcão da Tam.
Pra minha enorme e infeliz surpresa o balcão da Tam estava fechado, assim como o Gol, mas este pelo menos tinha uma plaquinha com os horários.
Bateu um enoooorme desespero. O que fazer?? Eu errei o horário do voo, não conseguia outro de volta, comecei a chorar e brigar comigo mesma - sou mestre em fazer isso. Minha mãe tentava me tranquilizar, dizendo que íamos conseguir resolver.
Resolvi ligar novamente para o call center da Tam. Desta vez a mocinha que me atendeu falou que haviam duas vagas no voo das 22h15, e aí a ligação caiu. OMFG!!! Definitivamente, não era o meu dia.
Liguei novamente - nem quero ver minha conta de telefone -, expliquei o que desejava para a menina e ela achou o tal voo, que faria uma graaande escala em buenos aires. Falei que queria, não me importava, foi quando ela falou que minha passagem só poderia ser trocada em uma loja. Com as lágrimas rolando, falei que estava no aeroporto e que a loja dali estava fechada. Ela então, questionou se eu não tinha ninguém no Brasil que pudesse ir a qualquer loja para efetuar a troca.
A quem eu poderia recorer??
Liguei para o meu pai, que não viu a ligação e me deixou mais desesperada.
Para quem mais eu poderia ligar?
Pensei na Lili, mas Campo Grande é o fim do mundo - ou bem perto dele -, e não tem lojas de companhias aéreas... Me ocorreu então de mandar mensagem pra Ana e pro Erick, mas relutei, afinal, porque incomodar quem não tem nada com isso?
Não tinha certeza se a Ana morava perto de qualquer loja da Tam, então mandei sms só pro Erick: "Pode me ajudar?" e prontamente ele respondeu que sim.
Resumi parte da situação e depois de trocarmos alguns sms, ele falou que estava indo ao SDU para tentar trocar a passagem.
E o medo dele chegar lá e alguém falar que só o próprio poderia fazer isso?!?!?!
Alguns minutos depois, ele mandou uma mensagem, nada animadora, falando que não tinha vaga na Tam, que era para eu tentar a Gol. Expliquei o balcão da Gol também estava fechado, e só abriria à meia-noite.
Não sei o que houve, ele mandou outro sms dizendo que havia vaga no voo da Tam, mas na classe executiva, ou na segunda-feira; imaginem só, eram por volta de 16h de sábado, não rolava ficar até segunda.
Erick então foi na Gol, e lá encontrou duas vagas para o Rio, no voo das 02h30 de domingo. O que era esperar mais nove horas para quem já estava ali há quatro horas?
Passei o número do meu cartão para que ele pudesse comprar a passagem, mas para agilizar ele comprou no dele.
Ficamos vagando no aeroporto, uma espera que parecia interminável, mas depois de muito, mas muito, muitíssimo tempo depois, conseguimos embarcar, rumo à Porto Alegre, e para minha infelicidade, eu passei mal o voo todo. Tremia da cabeça aos pés, como se estivesse tendo um ataque epilético. Isso durante longas quatro horas, pois só chegamos às 6h30.
Acho que todo o problema era a falta de comida, pois não sei se comentei no post anterior, eu comi um hambúrguer pela manhã (por volta de 7h) e tomei um chocolate lá por volta de onze horas.
Uma vez em POA, fomos comer alguma coisa, mais só quem fez isso foi minha mãe, eu não conseguia ver comida, então tomei só um café.
Resolvemos tentar despachar as bagagens, mesmo que no bilhete só informava que começaria uma hora antes do voo; Ótima ideia, pois a fila estava gigantesca, mas no fim das contas foi tudo rapidinho.
Fome batendo, fomos até o Mc Donalds pra tentar comer algo.
A fome era tão grande que comi um pão na chapa (com manteiga mesmo) e um copão de suco, minha mãe ficou com um pão de queijo e café.
Enrolamos mais um pouco e logo fomos para o embarque, lá ficamos até às 10h55, quando conseguimos finalmente embarcar para o Rio, onde chegamos por volta de 13h20.
Agora é esperar pagar o Erick, o reembolso da Tam, ir para Conservatória dia 21/jan e voltar a trabalhar :(
Obs: faltaram algumas coisas nas postagens anteriores, então, o próximo post irá conter os bastidores. Aguardem!!!
Este blog começou com a idéia de registrar minha minha viagem à Terra da Rainha, desde todo o planejamento até a volta pra casa, mas agora será para registro de tudo um pouquinho. Vamos ver como caminha.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Dia 4 - Andes
Seis da manhã e minha mãe já estava na luta com o chuveiro.. rsrrs
Fritamos unas hamburguesas para nós e deixamos as malas todas prontas para que na volta não tivéssemos que no preocupar com nada.
Descemos e logo conheci a Rosa, que tentava se entender com o recepcionista... Espanhol é triste!! Ela perguntava por banheiro e ele falava baño.
Eu me meti na conversa, avisando a ela que ele estava dizendo que não havia banheiros no primeiro andar.
Na recepção haviam algumas pessoas, que pareciam, ou melhor, estavam ali esperando seus guias.
Oito horas e nem sinal do Carlos.
Perguntei sobre ele na recepção e ninguém nem sabia quem era.
Rosa nos perguntou se estávamos esperando o city tour, respondi que sim.
Esperamos por um tempo e logo Carlos chegou.
Todos prontos, vamos para Los Andes!!!
De Santiago é possível avistar a pré-Cordilheira, como Carlos nos falou.
Depois de cerca de 1h30 de viagem, Carlos nos perguntou se sabíamos quantas curvas até o topo. Achamos a pergunta curiosa - já que mediríamos em quilômetros -, mas respondemos que não. Ele nos disse que eram 67 curvas. E começou a subir.
Algum tempo depois, ele nos perguntou se sabíamos por quantas curvas já havíamos passado. Tarso - filho da Rosa - respondeu que passamos por mais ou menos 27 curvas. Carlos riu, e respondeu "cero!". Todos olharam uns para os outros e mandamos um "como assim, zero curvas?" para Carlos. Ele respondeu dizendo que íamos começar a subir naquele momento.
Já tínhamos andado por mais de 1h30 e nada de subir as cordilheiras.... Todos ficaram bem ansiosos. E foi quando Carlos nos chamou novamente e perguntou se queríamos subir com ou sem emoção. Obviamente, minha mãe com todo seu medo de altura, respondeu que queria sem emoção, enquanto eu e os outros cinco falávamos que queríamos com emoção.
Algumas curvas e muita emoção depois, paramos em um mirante, onde nosso guia nos levou para ver o que havia acontecido com dois carros que saíram da pista.
Passamos pela estação de Farelloles e pouco depois de algumas curvas (todas numeradas), chegamos a Valle Nevado, com seu imponente hotel e estação de esqui.
O lugar é lindo, com todas as suas montanhas, animais, sol e lua ao mesmo tempo... Algo que não dá pra descrever. Estava muito feliz em estar ali, mesmo sem neve.
Eu, minha mãe, Rosa e Carlos, ficamos por ali, enquanto os demais foram para o teleférico - quase congelaram lá em cima.
A altitude nos torna muito seco: uma garrafa de 1L de água parece um copinho plástico. Lá em cima, fomos orientados a andar e respirar devagar, para evitar dores de cabeça e náuseas.
O tempo muda rapidamente, chegamos com sol, mas pouco depois o tempo já estava começando a "fechar".
A volta foi bem tensa, pois haviam muitos carros subindo e muitos ciclistas também - haja disposição para subir aquilo lá de bike.
O grupo seguiria para a vinícola Concha y Toro, mas como tínhamos que voltar, Carlos solicitou um táxi, o qual nos pegou no meio do caminho.
Nos despedimos de todos e seguimos de táxi até o hotel.
Chegando ao hotel tentei desenrolar com o recepcionista sobre a taxa que deveria pagar, já que tinha de sair até 12h e já eram 13h. Obviamente ele não entendeu nada.
Fui pro quarto pra ajudar minha mãe com as malas, quando descemos tentei falar novamente na recepção e lá eles falaram que estava tudo certo, não tinha mais nada a pagar. Beleza!!! Fui embora.
Entramos no táxi rumo ao Aeroporto. Chegamos lá por volta de 13h30, tínhamos um pouquinho de folga pra fazer o check-in com calma, ao contrário do que foi no Rio.
Fritamos unas hamburguesas para nós e deixamos as malas todas prontas para que na volta não tivéssemos que no preocupar com nada.
Descemos e logo conheci a Rosa, que tentava se entender com o recepcionista... Espanhol é triste!! Ela perguntava por banheiro e ele falava baño.
Eu me meti na conversa, avisando a ela que ele estava dizendo que não havia banheiros no primeiro andar.
Na recepção haviam algumas pessoas, que pareciam, ou melhor, estavam ali esperando seus guias.
Oito horas e nem sinal do Carlos.
Perguntei sobre ele na recepção e ninguém nem sabia quem era.
Rosa nos perguntou se estávamos esperando o city tour, respondi que sim.
Esperamos por um tempo e logo Carlos chegou.
Todos prontos, vamos para Los Andes!!!
De Santiago é possível avistar a pré-Cordilheira, como Carlos nos falou.
Depois de cerca de 1h30 de viagem, Carlos nos perguntou se sabíamos quantas curvas até o topo. Achamos a pergunta curiosa - já que mediríamos em quilômetros -, mas respondemos que não. Ele nos disse que eram 67 curvas. E começou a subir.
Algum tempo depois, ele nos perguntou se sabíamos por quantas curvas já havíamos passado. Tarso - filho da Rosa - respondeu que passamos por mais ou menos 27 curvas. Carlos riu, e respondeu "cero!". Todos olharam uns para os outros e mandamos um "como assim, zero curvas?" para Carlos. Ele respondeu dizendo que íamos começar a subir naquele momento.
Já tínhamos andado por mais de 1h30 e nada de subir as cordilheiras.... Todos ficaram bem ansiosos. E foi quando Carlos nos chamou novamente e perguntou se queríamos subir com ou sem emoção. Obviamente, minha mãe com todo seu medo de altura, respondeu que queria sem emoção, enquanto eu e os outros cinco falávamos que queríamos com emoção.
Algumas curvas e muita emoção depois, paramos em um mirante, onde nosso guia nos levou para ver o que havia acontecido com dois carros que saíram da pista.
| O gelo desta montanha nunca derrete |
| Nossa subida terminaria nos 3000m de altura |
Continuamos nossa subida. Cada curva era pior do que a outra. Carlos foi nos explicando sobre a estrada, como era no inverno, como se deveria subir...
Passamos pela estação de Farelloles e pouco depois de algumas curvas (todas numeradas), chegamos a Valle Nevado, com seu imponente hotel e estação de esqui.
O lugar é lindo, com todas as suas montanhas, animais, sol e lua ao mesmo tempo... Algo que não dá pra descrever. Estava muito feliz em estar ali, mesmo sem neve.
Eu, minha mãe, Rosa e Carlos, ficamos por ali, enquanto os demais foram para o teleférico - quase congelaram lá em cima.
A altitude nos torna muito seco: uma garrafa de 1L de água parece um copinho plástico. Lá em cima, fomos orientados a andar e respirar devagar, para evitar dores de cabeça e náuseas.
O tempo muda rapidamente, chegamos com sol, mas pouco depois o tempo já estava começando a "fechar".
| Bandeiras de Valle Nevado e do Brasil, lado a lado |
| imagina isso tudo branquinho coberto de neve :) |
Ficamos lá por cerca de 1h e começamos a descer.
A volta foi bem tensa, pois haviam muitos carros subindo e muitos ciclistas também - haja disposição para subir aquilo lá de bike.
O grupo seguiria para a vinícola Concha y Toro, mas como tínhamos que voltar, Carlos solicitou um táxi, o qual nos pegou no meio do caminho.
Nos despedimos de todos e seguimos de táxi até o hotel.
Chegando ao hotel tentei desenrolar com o recepcionista sobre a taxa que deveria pagar, já que tinha de sair até 12h e já eram 13h. Obviamente ele não entendeu nada.
Fui pro quarto pra ajudar minha mãe com as malas, quando descemos tentei falar novamente na recepção e lá eles falaram que estava tudo certo, não tinha mais nada a pagar. Beleza!!! Fui embora.
Entramos no táxi rumo ao Aeroporto. Chegamos lá por volta de 13h30, tínhamos um pouquinho de folga pra fazer o check-in com calma, ao contrário do que foi no Rio.
E foi aí que iniciou a saga de voltar pra casa...
--Continua no próximo capítulo.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Dia 1 - City Tour por Viña Del Mar e Valparaíso
Após a cansativa viagem, era hora de acordar, tomar café e sair pra conhecer a cidade.
Reñaca é uma cidade litorânea, às 07h está frio e com muita neblina - já esta com medo de fazer frio, pois não tinha muitas roupas pra isso.
Esta era a vista do nosso quarto.
O café da pousada era bem simples, mas dava pro gasto.
Logo chegaram as brasileiras que conhecemos no aeroporto: Ione e Gisele. As duas eram de Faria Lemos, em Minas.
Depois de bem alimentadas, preenchemos a ficha da pousada e depois descemos para esperar nossa guia.
O tour estava programado pra às 10h, mas só saímos lá pelas 11h.
Saímos de Reñaca e passamos pelo centro e logo chegamos à Viña.
Uma parada básica para conhecer o Hotel Del Mar e Casino Municipal em Viña Del Mar e tirar umas fotos.
Quando estávamos fazendo altas poses para as fotos, quase tomamos um banho, da água beeeem fria do Pacífico.
Essa ao meu lado é a Ione.
Seguimos para Valparaíso, onde conhecemos alguns de seus muitos Cierros.
Fomos até o Paseo 21 de Mayo e depois para a La Sebastiana, uma das casas de Pablo Neruda.
Voltamos para Viña e paramos para conhecer o Reloj de Flores.
O relógio marca a hora real e suas flores são belíssimas.
Nosso tour terminou lá pelas 15h.
Nossa guia, Elisabeth, nos deixou no centro de Reñaca e nos recomendou alguns restaurantes - e não fomos a nenhum.. kkkkk.
Fomos então ao Camaron Grill, onde almoçamos e provamos um tal de Pisco Sour.. Aiaiai.. eu realmente não sou uma pessoa de ficar bebendo.. eta coisinha ruim.. kkkkk...
Ruim pra mim, bom pras outras, ou seja, fomos pro mercado comprar pisco.. hauahuhauahaua
À noite, marcamos com a Elisabeth, e ela foi nos buscar para irmos ao Casino. Ficamos um tempo no bar e depois fomos procurar algo para comer.
No Amura Café, fomos informadas que lá só estava atendendo para entregas, então, eu decidi experimentar o tal do Helado - sorvete muito cremoso, servido no copinho e com uma casquinha em cima, sim, no topo... hahahaha... Um frio horroroso e eu tomando sorvete.
Reñaca é uma cidade litorânea, às 07h está frio e com muita neblina - já esta com medo de fazer frio, pois não tinha muitas roupas pra isso.
Esta era a vista do nosso quarto.
O café da pousada era bem simples, mas dava pro gasto.
Logo chegaram as brasileiras que conhecemos no aeroporto: Ione e Gisele. As duas eram de Faria Lemos, em Minas.
Depois de bem alimentadas, preenchemos a ficha da pousada e depois descemos para esperar nossa guia.
O tour estava programado pra às 10h, mas só saímos lá pelas 11h.
Saímos de Reñaca e passamos pelo centro e logo chegamos à Viña.
Uma parada básica para conhecer o Hotel Del Mar e Casino Municipal em Viña Del Mar e tirar umas fotos.
Quando estávamos fazendo altas poses para as fotos, quase tomamos um banho, da água beeeem fria do Pacífico.
Essa ao meu lado é a Ione.
Seguimos para Valparaíso, onde conhecemos alguns de seus muitos Cierros.
Fomos até o Paseo 21 de Mayo e depois para a La Sebastiana, uma das casas de Pablo Neruda.
Voltamos para Viña e paramos para conhecer o Reloj de Flores.
O relógio marca a hora real e suas flores são belíssimas.
Nosso tour terminou lá pelas 15h.
Nossa guia, Elisabeth, nos deixou no centro de Reñaca e nos recomendou alguns restaurantes - e não fomos a nenhum.. kkkkk.
Fomos então ao Camaron Grill, onde almoçamos e provamos um tal de Pisco Sour.. Aiaiai.. eu realmente não sou uma pessoa de ficar bebendo.. eta coisinha ruim.. kkkkk...
Ruim pra mim, bom pras outras, ou seja, fomos pro mercado comprar pisco.. hauahuhauahaua
À noite, marcamos com a Elisabeth, e ela foi nos buscar para irmos ao Casino. Ficamos um tempo no bar e depois fomos procurar algo para comer.
No Amura Café, fomos informadas que lá só estava atendendo para entregas, então, eu decidi experimentar o tal do Helado - sorvete muito cremoso, servido no copinho e com uma casquinha em cima, sim, no topo... hahahaha... Um frio horroroso e eu tomando sorvete.
Vamos para el Chile
Segunda (dia 09/jan) foi um dia agitado e cansativo. Este post era pra ver sido escrito no dia anterior, mas foi tudo corrido...
Acordei cedo, mas fiquei na cama com preguiça e lá pelas 6h55, minha mãe me ligou pra falar que não havia conseguido senha para a manhã e pegou uma da tarde.
Fui então arrumar minhas coisas. Enquanto isso a motorista ligou informando que estava à caminho.
Minha mãe ligou falando que não havia conseguido pegar a identidade. Agora nos restava rezar pra dar tudo certo.
Fui levada até viracopos e lá fiquei esperando meu voo por mais de 1h...
Hora de embarcar e pra minha surpresa, cadê minha CNH? Apresentei meu passaporte e depois que sentei, comecei a procurar minha carteira - que foi parar dentro do guia. Ufa!
Avião decolando e a garotinha ao lado começa a chorar. Peguei a caixa de balas e dei a ela, que parou de chorar com o barulho dar balas. 45min depois, já estava do solo carioca. Ainda tinha pela frente 3h de espera.
17h50 seguimos para o balcão da Tam e lá fomos informadas que o check-in seria pela Lan no outro terminal.
Depois de uns 10min atravessando do terminal 2 para o terminal 1 (uma hora antes eu tinha feito o caminho inverso), chegamos ao balcão e Lan que estava super vazio.
Achei estranho e fui perguntar pelo check-in e logo me falaram que já tinha sido concluído e o check-in estava fechado e iam dar início ao embarque.
Falei que tínhamos ido para o balcão da Tam e com isso nos atrasamos
Demoramos muito, pois não conseguiam achar nossa reserva, o que conseguiram depois de mais de 30min - para nossa sorte o voo estava atrasado.
Esperamos o voo por mais de 1h30.
Já dentro do avião, após as luzes do cinto se apagarem, pedimos água ao comissário Diego, que falou para esperarmos, pois já iam servir o lancinho... 1h depois as luzes de usar cinto acenderam...
Uma hora depois, eles começaram a servir as coisas, e quando chegaram em nosso assento, minha mãe preferiu ficar com sede do que aceitar a água.
Lá pelas 23h, chegamos ao Aeroporto de Santiago. Ao sairmos, encontramos com o Luiz, que estava com uma plaquinha com meu nome.
Seguimos com ele para pegar outras duas pessoas e depois seguimos para Reñaca.
Chegamos na pousada por volta de 01h, depois de um longo caminho e de músicas para dormir, que o Luiz colocava.. kkkk
Já na posada, Peter nos mostrou nossos quartos e avisou que já tínhamos um tour no dia seguinte.
Agora era descansar!!!
Acordei cedo, mas fiquei na cama com preguiça e lá pelas 6h55, minha mãe me ligou pra falar que não havia conseguido senha para a manhã e pegou uma da tarde.
Fui então arrumar minhas coisas. Enquanto isso a motorista ligou informando que estava à caminho.
Minha mãe ligou falando que não havia conseguido pegar a identidade. Agora nos restava rezar pra dar tudo certo.
Fui levada até viracopos e lá fiquei esperando meu voo por mais de 1h...
Hora de embarcar e pra minha surpresa, cadê minha CNH? Apresentei meu passaporte e depois que sentei, comecei a procurar minha carteira - que foi parar dentro do guia. Ufa!
Avião decolando e a garotinha ao lado começa a chorar. Peguei a caixa de balas e dei a ela, que parou de chorar com o barulho dar balas. 45min depois, já estava do solo carioca. Ainda tinha pela frente 3h de espera.
17h50 seguimos para o balcão da Tam e lá fomos informadas que o check-in seria pela Lan no outro terminal.
Depois de uns 10min atravessando do terminal 2 para o terminal 1 (uma hora antes eu tinha feito o caminho inverso), chegamos ao balcão e Lan que estava super vazio.
Achei estranho e fui perguntar pelo check-in e logo me falaram que já tinha sido concluído e o check-in estava fechado e iam dar início ao embarque.
Falei que tínhamos ido para o balcão da Tam e com isso nos atrasamos
Demoramos muito, pois não conseguiam achar nossa reserva, o que conseguiram depois de mais de 30min - para nossa sorte o voo estava atrasado.
Esperamos o voo por mais de 1h30.
Já dentro do avião, após as luzes do cinto se apagarem, pedimos água ao comissário Diego, que falou para esperarmos, pois já iam servir o lancinho... 1h depois as luzes de usar cinto acenderam...
Uma hora depois, eles começaram a servir as coisas, e quando chegaram em nosso assento, minha mãe preferiu ficar com sede do que aceitar a água.
Lá pelas 23h, chegamos ao Aeroporto de Santiago. Ao sairmos, encontramos com o Luiz, que estava com uma plaquinha com meu nome.
Seguimos com ele para pegar outras duas pessoas e depois seguimos para Reñaca.
Chegamos na pousada por volta de 01h, depois de um longo caminho e de músicas para dormir, que o Luiz colocava.. kkkk
Já na posada, Peter nos mostrou nossos quartos e avisou que já tínhamos um tour no dia seguinte.
Agora era descansar!!!
sábado, 7 de janeiro de 2012
Rio x Campinas x Rio x SP x Chile
Como tudo na minha vida não pode ser simples, a ida pro Chile será atribulada. Vamos por partes!!
O voo está marcado para o dia 10, porém, por motivos pessoais, tenho de estar em Campinas no dia 09. Logo, a maratona começa hoje!!
Vou para Campinas de bus, amanhã à tarde e volto na tarde de terça, onde já descerei no galeão e esperarei por mi madre (já treinando o espanhol) para irmos para a nossa escala em Guarulhos e depois seguiremos para Santiago e em seguida Reñaca.
Será intenso mais necessário!!
Com isso, a mochila - quem me conhece sabe que não uso mais mala -, começa a ser preparada.
Segue uma fotinha dos primeiros itens.
O voo está marcado para o dia 10, porém, por motivos pessoais, tenho de estar em Campinas no dia 09. Logo, a maratona começa hoje!!
Vou para Campinas de bus, amanhã à tarde e volto na tarde de terça, onde já descerei no galeão e esperarei por mi madre (já treinando o espanhol) para irmos para a nossa escala em Guarulhos e depois seguiremos para Santiago e em seguida Reñaca.
Será intenso mais necessário!!
Com isso, a mochila - quem me conhece sabe que não uso mais mala -, começa a ser preparada.
Segue uma fotinha dos primeiros itens.
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